Convite para os adultos

blogAlvorecerVocê está no lugar certo, na hora certa, fazendo a coisa certa!!!  Sério?!
É verdade, a vida, é um processo de crescimento e expansão e satisfação pelas conquistas por você está aqui neste momento, lendo esta mensagem, pois essa mensagem foi escrita para você.

Se, por algum motivo, você não sente que isso está acontecendo, é porque te alguma forma, você não está alinhado com o seu interno.

Seu interno está muito satisfeito com o que você vem sendo, vem fazendo, e buscando melhorar.
Ha uma crise lá fora? Crises são oportunidades, quando vistas de um ponto de vista alinhado.

Veja bem: se você estiver em um lugar de conforto, você não iria querer se movimentar, sair daí, ir lá fora, explorar! Este lugar de conforto que você busca almeja, é temporário. é um lugar onde você sente a realização, você sente a sua capacidade de realizar!

Por isso, é tão delicioso. Esse processo do buscar realizar, quando você está criando, visualizando, antecipando a sua meta realizada, e você sente aquela alegria, que parece que seu peito vai explodir, você está ajudando manifestar aquilo que é o seu desejo, quando você está manifestando, ou quando você está satisfazendo,  planejando, antecipando.

Você está irradiando para o cosmo para todo universo, energia de satisfação, energia de realização.

Por outro lado, se você está triste, para baixo, não consegui dormir a noite, pensando em como você vai resolver os problemas, você está irradiando angústia, tristeza, desolação para universo então meu conselho a você: tire o foco do problema, tire o foco  da situação atual, o foco do que não está bom neste momento em sua vida foque-se na alegria e no prazer da realização. À noite quando sono teima em não vir, converse com seu interno, pergunte a ele o que está te chateando, e peça para ele te encaminhar uma solução através do seu sono.

Se você está sentindo algum desconforto físico, algum sintoma ou sinal, neste momento está se manifestando no seu corpo físico, isso é só a confirmação de que neste momento você não está alinhado, em alinhamento, em sintonia com tudo o que de maravilhoso você é.

Então neste momento, eu convido você a uma pausa, para descobrir aonde é que está pegando. Fique tranquilo você tem guia de orientação emocional dentro de você, e esse guia está te sinalizando, a cada momento, quando você está se afastando do que você realmente é, do que você realmente deseja. Isso te dá um sentimento muito ruim porque, quando você está em alinhamento, em sintonia, caminhando em direção tudo que você deseja, você está sentindo empolgação, você se sente muito bem! Confie neste seu guia interno! Ele tem um mapa para te levar aonde você realmente quer estar, e te afastar do que você acha que você quer.

Cada sintoma seu, cada sinal no seu corpo físico, até chegar em uma doença, é a materialização do quanto você está se afastando do que você realmente é, e do que você quer, de onde você deseja estar! Porque você é seu próprio mestre.

Estamos aqui apenas para para te ajudar a compreender o que está acontecendo, e te ajudar a te levar de volta para o seu caminho essa é a nossa missão: Te ajudar a traduzir, cada uma desses sintomas como seu mapa personalizado, suas informações pessoais e individuais, suas, do seu interno para você mesmo, de forma que você possa se localizar, fazer contato com a sua bússola interna, seu norte interno e seguir para um futuro maravilhoso de realizações!

Boa viagem, você está destinado a uma jornada gloriosa!

Confie que seu interno, o seu estado natural é de saúde, seu subconsciente tem a resposta, e ele vai te dar essa resposta no momento em que você estiver alinhado com essa resposta!

Observe, se você está animado, alegre, empolgado este é o seu sinal! De que este é o caminho certo. então não se preocupe tanto, aprecie o caminho você já caminhou tanto, você já está muito perto!

Alinhe-se com seu desejo! Que universo vai trazer isso pra você!

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Autismo, TEA, TDA, TDAH: pensando fora da caixa.

Na caixa tem as respostas que te satisfazem? Se as respostas estão lá, e te satisfazem e respondem aos teus anseios, você provavelmente não vai querer pensar fora da caixa. Claro que não, a caixa é tão confortável!

Só que, no caso de TEA, TDA e TDAH, dentro da caixa, para o Sistema, nenhum deles  realmente tem cura. Médicos e psiquiatras oferecem os remédios que remediam a situação. Você está confortável dentro dessa caixa?

“Autismo não tem cura porque não é doença”. Saída fácil, né?

Mães levam seus filhos a neurologistas e psiquiatras com a esperança que aqueles doutores vão lhes trazer uma pílula mágica que vai resolver seus problemas. Esta esperança é tão forte, que lhes tira um pouco da objetividade até mesmo para fazer uma pergunta simples: “Este tratamento já curou quantos” ou “em quanto tempo posso esperar a cura?” “Me mostre a pesquisa científica deste trabalho, quantos alcançam a cura usando este ou aquele medicamento?”

Ninguém pergunta, porque no fundo de seu coração, já ouviram o suficiente para saber que isso ainda não existe.

Eu sou uma pessoa de perguntas, eu perguntei ao psiquiatra que a escola encaminhou o meu filho, que prescreveu Ritalina para ele, se a Ritalina iria curar o seu autismo. Ele disse que não, que apenas deixaria ele mais tranquilo e a professora mais feliz. E sobre os efeitos a longo prazo da Ritalina, perguntei. Não há estudos, ele respondeu.

Se professora precisa ficar mais calma, medique-a, e não meu filho, pensei com meus botões.

Na última entrevista de Leon Eisenberg (pai do TDAH) antes de morrer, deveria ser lida por todas as mães antes de medicar seus filhos. Recomendo para quem não se sente confortável dentro da caixa que leia.  Veja esta reportagem aqui

Esta matéria apresenta  um lado cruel e pouco conhecido da indústria farmacêutica, onde uma doença é “inventada” para justificar o uso de medicamentos.

Na França não existe TDAH, e muitos pesquisadores independentes, quer dizer, não financiados por indústrias farmacêuticas, ao redor do mundo começam a falar. Estudem, busquem! Tenho certeza que este caminho te levará a um lugar melhor, assim como me levou. Na matéria sobre a entrevista de Leon  Eisenberg (pai do TDAH), apresentam os efeitos colaterais destes medicamentos, que podem ser encontrados nas bulas: confusão, despersonalizarão, hostilidade, alucinações, reações maníacas, pensamentos suicidas, perda de consciência, delírios, sensação de embriaguez, abuso de álcool, pensamentos homicidas.

E faz algumas perguntas interessantes: Estas drogas são seguras? Porque alguma mãe / pai iria submeter seu filho à drogas tão perigosas?

Aproveito para adicionar minhas perguntas a elas: As medicações para autismo são diferentes? São medicações seguras? Existem efeitos colaterais? Se meu filho não fala, como vou saber se ele está tendo algum destes efeitos colaterais acima? Vão trazer a cura? Em quanto tempo? Quais os percentuais de sucesso?

Deixo minhas perguntas para quem desejar esclarecer, caso a caso, o caso de seu filho com seu médico. Se as respostas dele te satisfizerem, fico muito feliz, porque a satisfação é algo que todas buscamos. Não tenho a pretensão de afirmar que meu caminho é o correto, TEA, TDAH, TDA são um quebra-cabeças e muitas vezes o que serve para um pode não ser bom para outro.

Confie no seu coração de mãe / pai. Vocês conhecem o seu filho mais do que ninguém e dentro de seu coração saberão qual é a resposta para seu filho e para você. Aqui eu partilho minhas experiências e espero que sejam de valor para alguém.  Se foi de valor para você, por favor, me deixe saber, comente, curta, compartilhe. Isso traz motivação para continuar compartilhando conteúdos e experiências com vocês!

Uma vez que já levantei minhas questões sobre as medicações, nos próximos posts vamos falar sobre alimentação, tratamentos cientificamente comprovados, suas bibliografias e prognósticos.

Convulsão, TEA e sorte

“Seu filho nunca convulsionou? Que sorte!” É uma frase que ouço desde sempre, e outras mães que estimulam seus filhos começam a escutar associando sorte ao processo de ausência dos sintomas de convulsão.

Neste caminho de mais de 20 anos em 2017, pude constatar a opinião dos diversos médicos que consultei, depois corroboradas por pesquisas no Google Acadêmico. Hoje, em 2018 não existe ainda uma medicação que cure o TEA. Existem medicações para controlar ou minimizar os sintomas, fabricados para adultos, testados em adultos por curtos períodos de tempo e que ainda não foram testados com segurança por instituições independentes, idôneas e respeitadas em pesquisas de longo prazo; para uso em crianças, em idade que o cérebro mais se desenvolve.  Sem este respaldo, eu nunca consegui dar nenhum “tarja preta” para meus filhos.

Não que eu não desejasse a maravilhosa pílula de prata, para acabar com todos estes sintomas e que ele acordasse ”neurotípico” na manhã seguinte. Pelo contrário, como eu desejei este comprimido mágico! Só que ele não existe, então optei por me aprofundar no  estudo do funcionamento do cérebro.

Pode parecer uma coisa óbvia o que vou falar em seguida, mas correndo este risco de parecer óbvia: O cérebro não sente dor. Em todos os processos inflamatórios do cérebro, não há percepção de dor, até mesmo em encefalites, hidrocefalias e outros processos que incham e inflamam o cérebro, não existe o alerta da dor. As dores de cabeça, na realidade são dores na cabeça e nunca no cérebro.  Isso é tão notório, que a maioria das cirurgias do cérebro são feitas com paciente acordado. Porque mesmo sendo responsável pelo processamento da dor no corpo inteiro, o órgão cérebro realmente não sente dor.

Assim, quando existe algo de errado no cérebro, temos sinais de alerta difusos, as manifestações são geralmente periféricas, tontura, vertigem, incapacidade de andar em linha reta ou formar uma frase com sentido podem ser sinais que sugerem um AVC.

Convulsões então, vistas por esta perspectiva podem ser interpretadas como um alarme do cérebro de que algo errado está acontecendo. Baixa oxigenação, baixa hidratação, ingestão de metais ou produtos neurotóxicos que danificam as sinapses ou o tecido cerebral, etc…

Um estudo recente do Centro Médico da Universidade de Columbia, observaram que as quantidades de dendritos nos neurônios era maior em crianças com autismo do que em crianças “neurotípcas”. Os dendritos ramificam-se de um neurônio e recebem sinais de outros neurônios através de conexões chamadas sinapses, de modo que mais dendrites indicam mais sinapses.

No desenvolvimento saudável do cérebro, há uma explosão de sinapses muito cedo e depois tem início um processo de «poda» (diminuição das sinapses). Esse processo é necessário para assegurar que diferentes áreas do cérebro possam desenvolver funções específicas e não fiquem sobrecarregadas de estímulos.

Este estudo indica que o processo natural e fisiológico chamado de “poda” não acontece nos autistas da mesma forma que acontece nos neurotípicos. Assim, estímulos que os neurotípicos conseguem lidar com tranquilidade, para os autistas causa grande sofrimento.

Como isso pode ser promovido com segurança? Com os mesmos processos que fazem isso acontecer em bebês e crianças muito pequenas , sendo feito com os portadores de TEA, pode ajudar e muito, a reduzir o número de sinapses e trazer maior conforto e qualidade de vida para os portadores de TEA e famílias.

Os programas do Instituto para Desenvolvimento do Potencial Humano (IAHP) de Philadelphia e Institutos Véras no Brasil, trabalham nesta proposta, de reorganizado cérebro, através de programa fisiológico, motor, sensorial e de inteligência,  para ajudar as mães neste caminho de tornar o filho neurotípico, sendo que este, o da maturação neurológica, é o caminho natural do cérebro.

E aqui, retomo a minha observação sobre os “tarjas pretas”. Os neurotípicos para se desenvolverem não os utilizam, então o caminho me parece ser o mesmo que os neurotípicos fazem, só que com maior necessidade de estímulos para fazer acontecer o que é natural e fisiológico.

É um caminho trabalhoso? Um tanto, mas bem menos doloroso do que continuar assistindo as crises que ele tinha antes. E assim, a vida continua a melhorar…

 

Explicando o autismo para os pais gamers

gamerLogo

É  isso mesmo que você leu no título deste post. Por favor, não é nenhum preconceito contra mães (sou uma delas), mesmo porque elas se tornam rapidamente experts neste assunto. A maioria provavelmente já sabe o que vai ser dito aqui.

Explicar o autismo para os pais, é um pouco diferente de explicar para as mães, principalmente devido à experiência deles com video-games pode ficar bem mais fácil.

Então pais, pensem na sua experiência jogando em uma feira de games, você experimentou um super lançamento e a experiência foi incrível,  você e aquele super video-game, top! Aqueles com a melhor resolução de tela, com um super joystick, você sente que não vai ter para ninguém, né? Só vai dar você nos jogos online, certo? Você jogou na feira e foi demais, treinou sozinho e foi um sucesso!

Aí imagina que você está pronto para este desafio, marcou com os amigos e entrou online na hora marcada. Só que a sua conexão está menos de 100kbps e você empurra o joystick e nada acontece, os sons da partida chegam distorcidos e você não consegue entender o que os outros jogadores estão falando… Quando seu avatar finalmente consegue andar, ele sai esbarrando nos outros ou você vê que todos foram embora e te deixaram para trás. Seu console é ótimo, e também seu Joystick, mas não sua conexão.

É exatamente isso que acontece com as crianças autistas. A conexão delas com o ambiente externo é diferente, distorcida. Os neurotípicos entendem melhor o meio externo justamente porque suas conexões estão intactas. Já os autistas, portadores de TEA, TDA e TDAH tem suas conexões comprometidas. Só as conexões. Todo o equipamento é ótimo, de última geração. Eles tem SNC, SNP, tudo, como os neurotípicos, mas  mesmo assim as coisas não funcionam aparentemente como deveriam.

Com todo o respeito à nossa avançada medicina, não conheço medicamentos que possam  “arrumar” esta conexão. Os medicamentos que existem fazem o efeito contrário em adultos e seu uso em crianças não foi estudado o suficiente para dar segurança de uso, pelo menos para mim. O que acontece se dermos estas medicações aos neurotípicos? Eles ficam melhor? Então como achar que os que estão no espectro vão melhorar?

Alguns programas detox, que mostram bons resultados, começam retirando, desmamando o autista deste tipo de medicação, e os resultados geralmente são bons.

Mas os problemas de base, que os levaram à este tipo de tratamento, continuam, porque a causa não foi resolvida, apenas suprimida. Ao tirar as medicações os problemas dos efeitos colaterais das medicações passam, mas não os sintomas de TEA.

Por isso, eu entendo que  os passos de desintoxicar e desinflamar o cérebro são essenciais para toda terapêutica deste tipo de transtorno. Vamos aprofundar este assunto em breve.

Depois disso feito, o programa de organização neurológica, criar novas conexões entre neurônios e circuitos, pode oferecer os seus melhores resultados. São os princípios da Neuroplasticidade para nos ajudar a trazer maior qualidade de vida para os portadores de TEA e seus familiares. Falaremos mais sobre este programa nos próximos posts.

Grata por seu interesse. Se você gostou, por favor, compartilhe para que mais pessoas possam ter acesso às informações que podem fazer diferença na vida de alguém!

Alimentação, uma peça do quebra-cabeças

O autismo é representando como um quebra-cabeças, e atualmente chamado  de TEA, transtorno do espectro do autismo. Espectro porque nem todos os portadores apresentam os mesmos sintomas. Existe a sensibilidade aos estímulos externos: sons, cheiros, tato, isto aparentemente cria uma grande dificuldade de interação para os portadores sendo que a interação social e a comunicação ficam prejudicada, estando aquém do que seria considerado típico para a idade. Alguns se ferem, outros ferem os outros, outros iniciam estereotipias, cada um lida de uma forma com estes estímulos, mas entendo isso como uma reação de defesa quando estes estímulos se tornam demasiado insuportáveis para eles.

Existem muitos estudos científicos comprovando a relação entre intestinos, sistema imunológico e sistema nervoso central. Autistas são especialmente sensíveis ao glúten e caseína, existindo ainda muitos alérgicos também a ovo, soja, nuts e outros ingredientes.

Dr. David Perlmutter, um neurologista americano que é também nutrólogo tem trabalhos científicos comprovando que a retirada do glúten e caseína, melhoram por demais os sintomas do autismo, chegando em alguns casos a remissão. Estes relatos e muitos outros benefícios da dieta para os autistas e portadores de outras desordens neurológicas no livro: A Dieta da Mente.

Dr. Adherbal Sabrá tem uma pesquisa (link aqui) exclusiva juntando algumas peças deste quebra-cabeças: a alergia alimentar, o sistema imunológico e a presença do autismo, conseguindo com a retirada dos alegenos, uma grande melhora no quadro.

Não estamos falando de mágica ou processos milagrosos. Estamos falando aqui de pesquisa científica mostrando as relações entre estes sistemas e um prognóstico. Isso não acontece de um dia para a noite. O corpo precisa de tempo para se recuperar. Esta recuperação no caso de alergia alimentar mediada, pode demorar até 18 meses. ë um passo de cada vez neste processo. Se for uma alergia não mediada, pode demorar mais, para desinflamar os sistemas acometidos.

Mas esta é a primeira peça. Retirar do dia-a-dia do autista, o que faz o agravamento do quadro. No próximo post vamos falar de outras peças, para juntos solucionarmos este quebra-cabeças.

Advertência: Consulte um alergista para saber exatamente o que retirar da dieta de seu autista. Faça os testes e busque o tratamento mais adequado para o caso de seu autista. Este é um blog informativo. Não prescrevemos tratamentos ou dietas em geral ou em particular. Sempre consulte seu médico, seu nutrólogo e nutricionista, para garantir que  o tratamento mais adequado seja dado a sua criança, e que nenhum nutriente falte fara seu pleno desenvolvimento.

É possível sim, melhorar cada dia o quadro!

Escolha pelo natural

Ao contar para as pessoas em palestras os passos simples, mas nem por isso pouco trabalhosos, deste caminho que percorremos com nossos filhos, sempre vem as perguntas de como fazemos, como elas podem também ajudar os próprios filhos.

Nas palestras, eu sempre começo falando sobre a medicina ainda não ter a oferecer uma cura para tantos processos diferentes que podem acometer os bebês: ainda dentro da barriga de suas mães, ou as intercorrências que podem acontecer durante o parto, ou depois. Na falta de uma pílula de prata (como eu já desejei esta pílula para que meu filho acordasse curado no dia seguinte), fui procurando o que poderia ajudar a dar a ele, e a nós, uma melhor qualidade de vida. Hoje em 2017 são mais de 22 anos de busca.

Neste blog você vai ver muito pouco falando sobre diagnósticos, mesmo porque, na minha percepção estes diagnósticos limitam, como ouvimos diversas vezes de profissionais “Seu filho nunca vai falar, nem ler, nem escrever”; e tantas outras coisas que as mães sabem mais do que ninguém o que a gente escuta.  Não, chega de diagnósticos!

Neste blog também você não vai encontrar falando sobre novas drogas ou protocolos supostamente milagrosos. Eu tenho medo de drogas novas que ainda não foram exaustivamente testadas, e seus resultados no corpo humano a médio prazo e a longo prazo. Tenho uma preferência pessoal para usar de recursos que já estão sendo usados há mais de 50, 100, ou 200 anos. Me sinto mais segura com eles. Assim fitoterapia, homeopatia entram com minha reverência.

Este blog é para falar de prognósticos, de como usar conhecimentos de pesquisas feitas por diversos e maravilhosos cientistas, desde o século passado principalmente, de conhecimento de nossas avós, que mesmo tendo sido descartados por algum tempo pela medicina, hoje voltam a ocupar lugar de destaque. Método Doman de organização neurológica é um deles.

Assim, você também vai encontrar sobre a alegria de ver acontecerem pequenos milagres que ao se somarem, vão pavimentando um caminho para a saúde, a qualidade de vida, às conquistas de independência, e autonomia.

Sejam bem-vindos à esta nossa jornada.

Neuroganho

 

Proposta

Neuroganho nasceu da minha experiência como mãe profissional (certificada!) de um lindo bebê, hoje um rapaz, que já teve, no passado um Atec de 167 e hoje continuamos no caminho até Atec zero.

Neste caminho eu tive mais um filho, neurotípico, que nos trouxe tanta alegria e nos ajudou a trazer o primogênito de volta. Neste nosso caminho, com muita alegria compartilhamos terapias, e hoje, digo com muito orgulho, que tudo que eu fiz com o meu filho, que precisava de cuidados especiais, fiz com o meu outro filho, o que trouxe para meu filho neurotípico uma facilidade muito grande em aprender, na escola e na vida! 

Escolhi este nome porque todos nós seres humanos somos dotados de ca-pacidade de auto-cura, nosso organismo se recupera em no máximo sete anos, dependendo do local acometido, quando tiramos a causa, a origemdo problema.

Todos os seres humanos são dotados de neuroplasticidade, que é a  ca-pacidade do cérebro de criar novas conexões tanto a nível celular quanto a nível de circuitos.
Sejam bem vindos à esta viagem fascinante, em direção a Atec zero, à Alta e Além!